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Conferência Internacional de Educação para a Justiça Social :: 18 de Abril :: Partida de Lisboa
por Administrador ESJ - quinta-feira, 19 abril 2012, 10:18
 
Grupo III
Às seis e meia da manha de quarta-feira, no aeroporto de Lisboa, estava pronta a embarcar a comitiva portuguesa para participar na Conferência Internacional de Educação para a Justiça Social, em Bled, na Eslovénia.

Alunos, professores, decisores políticos e técnicos do IMVF, de malas despachadas e bilhete na mão rumo a um voo de três horas até uma escala em Munique, e posteriormente, outro voo de 45 minutos com destino a Liubliana, a capital da Eslovénia.

Para os alunos, esta foi a primeira experiência no ar. E como prémio do baptismo de voo tiveram direito a aterrar em Munique directamente no cockpit do Boeing A320.
aviao

Com uma escala de 50 minutos, houve tempo apenas para encontrar a porta de embarque para o próximo voo e para perceber que atravessaríamos os Alpes Julianos num Bombardier CRJ200 cuja capacidade máxima é de apenas 48 pessoas.

Chegados a Liubliana foi tempo de recolher a bagagem, entrar no autocarro que já esperava por nos, e rumar a Bled. 30 minutos bastaram para nos depararmos com o lago, o castelo e o hotel que nos irá acolher durante a Conferencia.
igreja

Bled, é a cidade postal da Eslovénia. O lago Bled, uma pequena ilha e o castelo ao fundo, fazem com que a paisagem pareça um verdadeiro conto de fadas. Com cerca de 12 000 habitantes esta cidade, além de contar com um lago glaciar, conta também com uns arredores repletos de bosques.

Check-in feito, parceiros de quarto definidos, quartos encontrados e malas desfeitas foi tempo de reunir de novo a comitiva e rumar até a “Pletna” um barco típico que nos levaria à ilha no meio do lago.
barco

Lá chegados, subimos à igreja com o objectivo de tocar o sino. Reza a lenda que no século XVI um jovem casal vivia feliz no castelo, até que o marido foi assassinado por ladrões. A jovem viúva juntou todas as suas jóias e mandou derretê-las, para com elas fazer um sino que seria colocado na igreja da ilha. O sino foi feito, mas quando estava a ser transportado para a ilha abateu-se sobre Bled uma enorme tempestade e o barco que o levava acabou por afundar-se. Inconsolável, a pobre viúva vendeu tudo o que tinha e deixou o dinheiro à igreja, tendo-se refugiado num convento. Quando a viúva morreu, o Papa mandou colocar um sino na igreja da ilha em sua memória. Segundo a crença popular, quem, ao tocar esse sino, pedir um desejo, vê-lo-á realizado graças ao poder do amor da jovem viúva.
grupo

De volta à margem do lago, regressamos ao Hotel para jantar e conhecer a comitiva da Bulgária e do Reino Unida que haviam chegado entretanto.

No final do jantar, e apesar do dia ter começado bem cedo para todos nos, um a um, os participantes da comitiva portuguesa subiram aos seus quartos para rever o programa da conferencia e preparar as apresentações que farão ao longo da mesma.
grupo I